Ah! infância sofrida, porém, alegre e criativa.
Infância infantilmente bem vivida. Dificilmente hoje altiva.
Infames roubaram a sua essência, oh! Doce infância.
Destruindo fases e pulando-as como cordas
numa velocidade de brincadeiras de rodas. Doce azedume oferecem aos inocentes
que lambuzam-se não mais com marmeladas ou travessuras,
mas, com violência, sexo, drogas e pouca astúcia.
Brincadeiras de casinhas, de bonecas? Que piegas!
Maquiagens, brim, cocas, colas, shows e Jeans.
Projéteis sem projetos!
Brincadeira de ser mãe aos nove e infeliz sempre que pode,
aos oito, aos sete, aos cinquenta e nove...
Poucos ventos primaveris sopram narinas de crianças que embalam PÉROLAS,
crueldade real que rouba a inocência da face
infanto-juvenil, tão atenta e sedenta por saber.
Por CURIOUSAR ser!
Aprendiz de feiticeiros ,
miseravelmente parentes, midiáticos parceiros.
Maus técnicos e vendedores de sonhos
fantasiados de cordeiros.
Por: Moisés Carneiro – 30/08/2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
ALEGRIA AO JANTAR
Meu pai me trouxe um ferrorama hoje, brinquei com o trem por uns cinco minutos, mas o diacho brinca só, fica rodando nos trilhos até a gente ficar tonto. No comercial da TV sem cor, ele parecia ser tão legal. Desabafa o aluno, freqüentador da oficina improvisada e quase sua segunda casa. Ei! Tá me ouvindo? Hum... Sua patinete tá quase pronta, só faltam os rolimãs traseiros, diz o Gepeto da periferia. Oba! Amanhã eu consigo os dois que faltam e nós vamos descer a rua da ladeira asfaltada, depois da pelada na quadra da escola, é claro! Isso sim é que é diversão. Empolga-se... Ô! O que você tem? Parece triste e chateado, nem parece que o velho volta hoje. Indaga, preocupado com o amigo e fabricante de seus melhores brinquedos. Vamos tirar os rolimãs da minha super máquina agora e colocar na sua patinete pra testá-la? Desconversa o exímio montador de alegrias artesanais, antes de dar outra olhadela nas frias grades. Vem tomar banho menino! Já são sete da noite. Grita uma voz rouca e triste do interior da casa. Desta vez sem resmungar, o garoto entra correndo e depois de alguns minutos, sai, cata as suas ferramentas, lamenta-se ao amigo e aluno com um forte abraço. Coração afogado! Chuvas de lágrimas embaçam o seu último olhar expectativo ao portão. Seu pai não mais voltará do leito hospitalar. Fim das conversas e brincadeiras tão saboreadas ao jantar.
NAQUELA MESA - NELSON RODRIGUES
Por: Moisés Carneiro - 28/08/2010
Por: Moisés Carneiro - 28/08/2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
EFEITO DOMINÓ
O ouvido deveria atentar-se!
A boca recita!
O atropelo da fala reduz
a oratória do outro ao pó da tolice.
Atenção saber! Poder é ouvir!
Refletir é ouvir-se!
Desculpe-me caro sábio,
ouço-me tão pouco
que acho idiotice
escutar os outros
tolos não ouvintes.
Por: Moisés Carneiro
A boca recita!
O atropelo da fala reduz
a oratória do outro ao pó da tolice.
Atenção saber! Poder é ouvir!
Refletir é ouvir-se!
Desculpe-me caro sábio,
ouço-me tão pouco
que acho idiotice
escutar os outros
tolos não ouvintes.
Por: Moisés Carneiro
domingo, 22 de agosto de 2010
IMPUREZAS
Prazeres e amores diversos!
Com altivez risco em versos,
versos prosopopéicos, figurantes
dislexos, ativos ou incultos cultos
em meio a amores Brutus,
amo tanto, tantas amo!
Já nem sei o que amarei logo mais.
Tudo tenta e atrai, discursos, desfiles,
catuques e batuques,
caducam o puro-novo que não é mais.
Por: Moisés Carneiro
Com altivez risco em versos,
versos prosopopéicos, figurantes
dislexos, ativos ou incultos cultos
em meio a amores Brutus,
amo tanto, tantas amo!
Já nem sei o que amarei logo mais.
Tudo tenta e atrai, discursos, desfiles,
catuques e batuques,
caducam o puro-novo que não é mais.
Por: Moisés Carneiro
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
PÓS-MODERNIDADE
Ser ou não ser!
Eis a questão humanitária.
Ter e/ou não ser! Contradição
de uma pós-moderna navalha.
Cortes bisturis!
Desejos particionados e enlatados,
apelativos discursos e imagens atraentes.
Sedução! Angustiante e arrebatadora
da consumida mente produtiva,
seguidora pacata, raras vezes hostil,
porém, inconscientemente pronta e
submissa às inebriantes ordens atmosféricas.
Rico POBRE transviado mundo sem amor.
POR: Moisés Carneiro
Eis a questão humanitária.
Ter e/ou não ser! Contradição
de uma pós-moderna navalha.
Cortes bisturis!
Desejos particionados e enlatados,
apelativos discursos e imagens atraentes.
Sedução! Angustiante e arrebatadora
da consumida mente produtiva,
seguidora pacata, raras vezes hostil,
porém, inconscientemente pronta e
submissa às inebriantes ordens atmosféricas.
Rico POBRE transviado mundo sem amor.
POR: Moisés Carneiro
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
IGUAL DESIGUAL
Nasce o homem! Depara-se com o ar,
quase puro e respirável,
convive com as Rosas e os espinhos
entre o céu e a Terra,
fecha a última página do livro
e deita-se sob o solo
do eterno berço esplêndido
da desigualdade atmosférica.
quase puro e respirável,
convive com as Rosas e os espinhos
entre o céu e a Terra,
fecha a última página do livro
e deita-se sob o solo
do eterno berço esplêndido
da desigualdade atmosférica.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
ASAS DE ÍCARO
Como soa bem a Liberdade!
Penas das asas
em versos trovados.
O gostar, o não gostar
o ser feio, o ser bonito,
o amor, o dissabor,
o prazer, o desprazer.
O nojo e o gozo com
a vontade de viver
mais o chorar por não morrer.
O amor com tanta dor ou
o mesmo com tanto ardor.
O abstrato no escrever
criar e sobreviver.
Por: Moisés Carneiro
Penas das asas
em versos trovados.
O gostar, o não gostar
o ser feio, o ser bonito,
o amor, o dissabor,
o prazer, o desprazer.
O nojo e o gozo com
a vontade de viver
mais o chorar por não morrer.
O amor com tanta dor ou
o mesmo com tanto ardor.
O abstrato no escrever
criar e sobreviver.
Por: Moisés Carneiro
terça-feira, 10 de agosto de 2010
VIVENDO E APRENDENDO
Quantos anos deve se ter
para o dominio de um leque expressivo de experiência vivida?
Se a cada momento nos deparamos com algo novo.
Se a cada momento o que tínhamos certeza,
torna-se dúvida e a dúvida uma certeza tão simples.
Por: MOISÉS CARNEIRO - 10/08/2010
para o dominio de um leque expressivo de experiência vivida?
Se a cada momento nos deparamos com algo novo.
Se a cada momento o que tínhamos certeza,
torna-se dúvida e a dúvida uma certeza tão simples.
Por: MOISÉS CARNEIRO - 10/08/2010
INCRÉDULO
Estou aqui, mas não sei
se aqui é seguro.
Quero refugiar-me,
mas não sei onde,
não sei como.
Como e por onde?
Não acredito!
Eu não sei.
Por: Moisés Carneiro
se aqui é seguro.
Quero refugiar-me,
mas não sei onde,
não sei como.
Como e por onde?
Não acredito!
Eu não sei.
Por: Moisés Carneiro
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Margeando
Abro a janela, debruço-me e
Debato-me num rio sem margem,
imagino-me às margens das páginas
de um livro ou em posse de um papel
onde rabisco imagens, dou vida a um quadro
sem limitação emoldurável. Vou seguindo...
Entre lápis, dedos nas areias e pincéis,
escrevo, digito e pinto Menestréis
na busca da criação de um mundo maior e bem melhor pra nós.
Por: Moisés Carneiro
Debato-me num rio sem margem,
imagino-me às margens das páginas
de um livro ou em posse de um papel
onde rabisco imagens, dou vida a um quadro
sem limitação emoldurável. Vou seguindo...
Entre lápis, dedos nas areias e pincéis,
escrevo, digito e pinto Menestréis
na busca da criação de um mundo maior e bem melhor pra nós.
Por: Moisés Carneiro
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
TEMPORAL
O Tempo! Cão de corrida,
velocista dos campos e corações,
Cão sem dono que vaga solto
no deserto denso da ampulheta,
sob o sentimento da mente cansada que,
apenas escuta-o sem escutá-lo e o vê sem enxergá-lo,
nas suas longas passadas pelas estradas
da escura noite clara que o guia.
Por: Moisés Carneiro
velocista dos campos e corações,
Cão sem dono que vaga solto
no deserto denso da ampulheta,
sob o sentimento da mente cansada que,
apenas escuta-o sem escutá-lo e o vê sem enxergá-lo,
nas suas longas passadas pelas estradas
da escura noite clara que o guia.
Por: Moisés Carneiro
quinta-feira, 29 de julho de 2010
AMOR SUCUPIRA
Amei-a como imaculada fosse
desejei-a talqualmais que uma cabrocha desvairada
tanto fora o sentimencionismo doado da minha
condição humanitáriapaixonite aguda por tua inteligente mente, teus olhos expressionistamente penetrantes e sorriso cativacioso, seus volumosos cabelos,
extontetorneadas bundas e pernas, seus seios, frutos do pecado perdoabitavelmente deliciosos. Bela Vênus! Musa inspiradora de poemas prosas e versões adaptativas ao momentâneo espaço espacionalmente reservacionado pelo meu cérebro tão pensantitente em ti e em outros momentos em várias outras imaculadas Conceições, Marias, Joanas, Madalenas, Anas, Marianas, Isis, Tâmiris, Paulas e Paolas, loiras e crioulas,lindas e faceiras, sereias feiticeiras.
Por: Moisés Carneiro
desejei-a talqualmais que uma cabrocha desvairada
tanto fora o sentimencionismo doado da minha
condição humanitáriapaixonite aguda por tua inteligente mente, teus olhos expressionistamente penetrantes e sorriso cativacioso, seus volumosos cabelos,
extontetorneadas bundas e pernas, seus seios, frutos do pecado perdoabitavelmente deliciosos. Bela Vênus! Musa inspiradora de poemas prosas e versões adaptativas ao momentâneo espaço espacionalmente reservacionado pelo meu cérebro tão pensantitente em ti e em outros momentos em várias outras imaculadas Conceições, Marias, Joanas, Madalenas, Anas, Marianas, Isis, Tâmiris, Paulas e Paolas, loiras e crioulas,lindas e faceiras, sereias feiticeiras.
Por: Moisés Carneiro
segunda-feira, 26 de julho de 2010
PAZ NOS VERSOS
Como os versos estão quietos!
E, sob o crepúsculo, um sagrado manto,
uma criança sonhadora que, dormindo ou acordada
não degusta os dissabores desta complexa vida.
Neste momento, as Letras que, saem da vastidão do meu pensar,
constituem de grãos em grãos, finos grãos! O deserto do meu eu,
o tormento da minh'alma.
Penas mágicas, dedos nas areias, lápis, giz ou canetas. Corremos riscos!
Riscos que rabiscam areias das mãos em grãos, finas mãos! Transformam
minha paz interior, transportam-me ao tranquilo Ser.
Do espaço da noite que me apraz ao edén e às Rosas que me acalmam.
POR: MOISÉS CARNEIRO
E, sob o crepúsculo, um sagrado manto,
uma criança sonhadora que, dormindo ou acordada
não degusta os dissabores desta complexa vida.
Neste momento, as Letras que, saem da vastidão do meu pensar,
constituem de grãos em grãos, finos grãos! O deserto do meu eu,
o tormento da minh'alma.
Penas mágicas, dedos nas areias, lápis, giz ou canetas. Corremos riscos!
Riscos que rabiscam areias das mãos em grãos, finas mãos! Transformam
minha paz interior, transportam-me ao tranquilo Ser.
Do espaço da noite que me apraz ao edén e às Rosas que me acalmam.
POR: MOISÉS CARNEIRO
quinta-feira, 22 de julho de 2010
CRIADORES DE MUNDO
Quem diz que sonhos não se realizam
nunca usou o Coração,
o encanto, o canto e a magia das Palavras
como se estas fossem varinhas de condão.
Pirlimpimpim! Abracadabra! Faz de Conta! Zaluzejo!
Pela magia dos versos! Pela força do coração!
Vê-se então a maravilha dos contos de fadas. Essa fada, alegre e confortadora.
A visão de um verdadeiro Mundo Encantado
onde o esplendor, a esperança e a alegria contagiam as faces e os faces, invadem as almas, enquanto sorrisos espontâneos externam a criança intimamente existente em cada Ser.
Uma emoção inexplicável, alegria incontrolável, só por aceitar
as Fantasias, embarcadas em tapetes mágicos
guiados por pessoas que acreditam em seus sonhos.
Que maravilha! Magia e realidade, fundidas fazendo-nos sonhar
com os olhos bem abertos, levando-nos a viajar nas asas dos pássaros, ao som das notas musicais, sobrevoar castelos, desviar-se de dragões cuspidores de arco-íris, admirar nuvens em formas de Príncipes, cavaleiros e Princesas felizes em seus bosques flutuantes de algodão doce no céu de Brigadeiros.
Saltimbancos, malabaristas e bailarinas das florestas com
arvores-babás que embalam com cuidado, ninhos de passáros nos seus galhos.
Crianças seguras às crinas dos cavalos e dos unicórnios numa cavalgada pelos prados do mundo fantástico da imaginação.
E como um sonho perpétuo, a influenciar os homens,
aqueles que, através das Letras e dos seus corações de tintas,
rabiscam papéis e juntam mundos para criar um Mundo ideal,
o mundo da beleza e do amor, da literatura fantástica, da música e suas notas criativas, surgidas, tal qual um passe de mágica, das penas e canetas dos variados poetas confortadores de almas.
Sonhe e crie o seu mundo. Seja uma eterna criança ao sorrir.
Basta acreditar no seu coração, semear a paz e o amor. Cantar, dançar e sonhar para a magia acontecer e perdurar!
Por: Moisés Carneiro
nunca usou o Coração,
o encanto, o canto e a magia das Palavras
como se estas fossem varinhas de condão.
Pirlimpimpim! Abracadabra! Faz de Conta! Zaluzejo!
Pela magia dos versos! Pela força do coração!
Vê-se então a maravilha dos contos de fadas. Essa fada, alegre e confortadora.
A visão de um verdadeiro Mundo Encantado
onde o esplendor, a esperança e a alegria contagiam as faces e os faces, invadem as almas, enquanto sorrisos espontâneos externam a criança intimamente existente em cada Ser.
Uma emoção inexplicável, alegria incontrolável, só por aceitar
as Fantasias, embarcadas em tapetes mágicos
guiados por pessoas que acreditam em seus sonhos.
Que maravilha! Magia e realidade, fundidas fazendo-nos sonhar
com os olhos bem abertos, levando-nos a viajar nas asas dos pássaros, ao som das notas musicais, sobrevoar castelos, desviar-se de dragões cuspidores de arco-íris, admirar nuvens em formas de Príncipes, cavaleiros e Princesas felizes em seus bosques flutuantes de algodão doce no céu de Brigadeiros.
Saltimbancos, malabaristas e bailarinas das florestas com
arvores-babás que embalam com cuidado, ninhos de passáros nos seus galhos.
Crianças seguras às crinas dos cavalos e dos unicórnios numa cavalgada pelos prados do mundo fantástico da imaginação.
E como um sonho perpétuo, a influenciar os homens,
aqueles que, através das Letras e dos seus corações de tintas,
rabiscam papéis e juntam mundos para criar um Mundo ideal,
o mundo da beleza e do amor, da literatura fantástica, da música e suas notas criativas, surgidas, tal qual um passe de mágica, das penas e canetas dos variados poetas confortadores de almas.
Sonhe e crie o seu mundo. Seja uma eterna criança ao sorrir.
Basta acreditar no seu coração, semear a paz e o amor. Cantar, dançar e sonhar para a magia acontecer e perdurar!
Por: Moisés Carneiro
segunda-feira, 12 de julho de 2010
SENSAÇÂO BANAL
Quando expus-me ao frio que queima a pele, chorei! Por ter o lençol aquecedor,
a jaqueta limpa e a meia aos pés, em seguida
veio a fome, saciei-a e tornei-me a chorar.
Saboreei um chocolate quente com biscoitos finos,
sentado num sofá confortável, admirando a TV,
o telejornalismo, cobertura sensacional dos fatos e atos,
e ao fundo despercebido,o homem e o seu jornal,
notícias do hoje! Papel de bunda do amanhã!
Lençol das ruas em noites friorentas
e posse figurada e letrada
de mais um decapitado ZÉ BANAL
sem a honra do vil metal.
Por:Moisés Carneiro
a jaqueta limpa e a meia aos pés, em seguida
veio a fome, saciei-a e tornei-me a chorar.
Saboreei um chocolate quente com biscoitos finos,
sentado num sofá confortável, admirando a TV,
o telejornalismo, cobertura sensacional dos fatos e atos,
e ao fundo despercebido,o homem e o seu jornal,
notícias do hoje! Papel de bunda do amanhã!
Lençol das ruas em noites friorentas
e posse figurada e letrada
de mais um decapitado ZÉ BANAL
sem a honra do vil metal.
Por:Moisés Carneiro
quarta-feira, 7 de julho de 2010
CEGOS OLHOS AZUIS
Eles queriam florir o mundo apenas com Rosas brancas em sementes azuis,
esconder as Rosas Negras, pintá-las, até expô-las ao vitiligo total.
Pintar mentalmente as almas dessas lindas Rosas, fomentar a baixa auto-estima
na intencionalmente marginalizada cor do Ébano, mas, a Rosa Negra floriu em todos os cantos e classes dos campos sociais, sobreviveu à tentativa de clareamento das suas pétalas e Raízes por séculos, mesmo com a resistência dos desavisados pintores de almas. Eles não sabiam e até hoje não notam que, a Noite do fantástico e indizível, é uma Rosa Negra que Completa, embala sonhos, prosas e versos.
Por: Moisés Carneiro
esconder as Rosas Negras, pintá-las, até expô-las ao vitiligo total.
Pintar mentalmente as almas dessas lindas Rosas, fomentar a baixa auto-estima
na intencionalmente marginalizada cor do Ébano, mas, a Rosa Negra floriu em todos os cantos e classes dos campos sociais, sobreviveu à tentativa de clareamento das suas pétalas e Raízes por séculos, mesmo com a resistência dos desavisados pintores de almas. Eles não sabiam e até hoje não notam que, a Noite do fantástico e indizível, é uma Rosa Negra que Completa, embala sonhos, prosas e versos.
Por: Moisés Carneiro
segunda-feira, 5 de julho de 2010
DELETE DE MANDO
Ô Pen! Tem um verme aqui querendo falar com Twitter
Qual o Nick da figura ô Kut?
É o Media.
Orra Kut! Esse cara fez o maior Pop upelão com a comu. Ele é tão verme que chega a ser Virús.
Que faço Pen?
Desconecta ele da ideia de ter acesso ao Twitter,
Twitter já o setenciou, joga na Face dele os Books, as revistas e os jornais que ele escreveu detonando o Twitter, criando uma Rede de intrigas contra nossa Comunidade.
Blza! Vc quer que eu Delete ele e jogue-o na Lixeira do bairro Note, Pen?
Ok! Vc compreendeu e Acc bem o E-mail de resolver essas pequenas coisas, e se For matar, mate-o antes de entrarem nas ruas do Note. Chega desses Vírus circulando em nossas redes comunitárias.
Demorou... é nós na Net!
Vá lá Kut! E radioatividade na tela sem Bugs, e Gigas na cintura pra transmitir e agilizar as paradas da globalização.
Por Moisés Carneiro
Qual o Nick da figura ô Kut?
É o Media.
Orra Kut! Esse cara fez o maior Pop upelão com a comu. Ele é tão verme que chega a ser Virús.
Que faço Pen?
Desconecta ele da ideia de ter acesso ao Twitter,
Twitter já o setenciou, joga na Face dele os Books, as revistas e os jornais que ele escreveu detonando o Twitter, criando uma Rede de intrigas contra nossa Comunidade.
Blza! Vc quer que eu Delete ele e jogue-o na Lixeira do bairro Note, Pen?
Ok! Vc compreendeu e Acc bem o E-mail de resolver essas pequenas coisas, e se For matar, mate-o antes de entrarem nas ruas do Note. Chega desses Vírus circulando em nossas redes comunitárias.
Demorou... é nós na Net!
Vá lá Kut! E radioatividade na tela sem Bugs, e Gigas na cintura pra transmitir e agilizar as paradas da globalização.
Por Moisés Carneiro
quinta-feira, 1 de julho de 2010
PERCEPÇÕES
O bom de percebermos e questionarmos o mundo,
e não o imundo que nos oferecem como padrão,
é notar que, associar as estações psicológicas
às estações climáticas nada tem a ver,
pois esses momentos se encontram
e se cruzam aleatoriamente.
Como um dia disse um tal Fernando Pessoa:
"UM DIA de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem, cada um como é".
É só ver e admirar as peculiaridades e a alegria do sol e da chuva,
do homem e da mulher, do diferente como igual
na sua individualidade respeitada.
perceber que a vida é tão curta e não nossa,
que não se deve perder tempo com reparos de deslizes,
nem com lamentações, mas, aproveitar o tempo que ainda nos resta,
vivendo outros deslizes e alizes.
Por:Moisés Carneiro
e não o imundo que nos oferecem como padrão,
é notar que, associar as estações psicológicas
às estações climáticas nada tem a ver,
pois esses momentos se encontram
e se cruzam aleatoriamente.
Como um dia disse um tal Fernando Pessoa:
"UM DIA de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem, cada um como é".
É só ver e admirar as peculiaridades e a alegria do sol e da chuva,
do homem e da mulher, do diferente como igual
na sua individualidade respeitada.
perceber que a vida é tão curta e não nossa,
que não se deve perder tempo com reparos de deslizes,
nem com lamentações, mas, aproveitar o tempo que ainda nos resta,
vivendo outros deslizes e alizes.
Por:Moisés Carneiro
terça-feira, 29 de junho de 2010
CHUVA SEM LENÇÓIS
Brincando e observando.
Molhadas faces laçam Saúvas,
tripulantes para navios,
papéis flutuantes nas costas do meio-fio
das calçadas que descalçam pés
de corredores desejosos por
contatos imediatos de intenso grau
com o santo barro encharcado.
Asfalto limpo, bem lavado
pela cachoeira vespertina,
Jorros das nascentes
de algodão-doce celestial
que apresentam formas mutantes
em dias ensolarados com céu
quase de Brigadeiros,
observados das relvas, verdes
colchões naturais dos piqueniques
e namoros, dos descansos das labutas
e travessuras adultas-infantos-juvenis.
Diante deste cenário, um quase imperceptível
grande exemplo, oferendado aos homens:
brotos de chuvas! Gotas e gotas caem unidas
para levantar astrais e milharais de grão em grão,
gotas que preparam solos para o florescer,
e abastecem bicas e corredeiras
para a alegria em brincadeiras
de Ser feliz, e viver!
Sem o proteccionismo aquecedor dos
variados lençóis contraditórios, censuradores,
políticos, religiosos e morais,
moral por capitais, que separam
seres humanos em cores, dotes e castas sociais.
Por: Moisés Carneiro
Molhadas faces laçam Saúvas,
tripulantes para navios,
papéis flutuantes nas costas do meio-fio
das calçadas que descalçam pés
de corredores desejosos por
contatos imediatos de intenso grau
com o santo barro encharcado.
Asfalto limpo, bem lavado
pela cachoeira vespertina,
Jorros das nascentes
de algodão-doce celestial
que apresentam formas mutantes
em dias ensolarados com céu
quase de Brigadeiros,
observados das relvas, verdes
colchões naturais dos piqueniques
e namoros, dos descansos das labutas
e travessuras adultas-infantos-juvenis.
Diante deste cenário, um quase imperceptível
grande exemplo, oferendado aos homens:
brotos de chuvas! Gotas e gotas caem unidas
para levantar astrais e milharais de grão em grão,
gotas que preparam solos para o florescer,
e abastecem bicas e corredeiras
para a alegria em brincadeiras
de Ser feliz, e viver!
Sem o proteccionismo aquecedor dos
variados lençóis contraditórios, censuradores,
políticos, religiosos e morais,
moral por capitais, que separam
seres humanos em cores, dotes e castas sociais.
Por: Moisés Carneiro
segunda-feira, 28 de junho de 2010
PAIXÃOMETAMORFOSIKARLISTA
Hoje, eu sou ou não,
o que gostaria de ser,
mas ontem, não imaginaria
ser o que sou hoje
e nem sonho
No que posso desejar
amanhã ser, mas,
o que me importa
tudo isso?
Se o que quero mesmo
é viver isso e/ou aquilo
no momento propício,
da melhor maneira possível
e sentir o fluir natural
do prazer, sob a ótica
da Paixão e do desejo,
sentindo-me amada,
protegida e protetora.
Por: Moisés Carneiro
o que gostaria de ser,
mas ontem, não imaginaria
ser o que sou hoje
e nem sonho
No que posso desejar
amanhã ser, mas,
o que me importa
tudo isso?
Se o que quero mesmo
é viver isso e/ou aquilo
no momento propício,
da melhor maneira possível
e sentir o fluir natural
do prazer, sob a ótica
da Paixão e do desejo,
sentindo-me amada,
protegida e protetora.
Por: Moisés Carneiro
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