Uma ternura
uma desilusão
um reencontro
uma esperança
recomeço
uma turbulência
outro desfecho
uma esperança
retomada
rotatividade
repetição
trajetória
carrossel
vida vã
jornal de hoje
noticias do amanhã.
Moisés Carneiro
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Nunca sei como é que se pode achar um poente triste.
Só se é por um poente não ser uma madrugada.
Mas se ele é um poente, como é que ele havia de ser uma madrugada?
Por: Fernando Pessoa.
Toda a beleza natural apresenta-se ao alcance do Homem. O Homem precisa apenas, usufruir e contemplar as Rosas naturais da melhor maneira possível.
Por: Moisés carneiro
Só se é por um poente não ser uma madrugada.
Mas se ele é um poente, como é que ele havia de ser uma madrugada?
Por: Fernando Pessoa.
Toda a beleza natural apresenta-se ao alcance do Homem. O Homem precisa apenas, usufruir e contemplar as Rosas naturais da melhor maneira possível.
Por: Moisés carneiro
terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A fotografia diz sem falar - O Mar, o Sol e a Lua são algumas das Belas obras de Deus. E o homem, como todo filho de peixe mencionado no popular ditado, herda do pai o dom de criar e viaja nas asas do fruto da sua imaginação criativa, através da aeronave dos Santos Dos Montes de idéias dos referidos Santos Dumont.
Moisés Carneiro
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
VIRADA ESPERANÇOSA
Ano novo, nova expectativa
do trigésimo primeiro ao primeiro dia
numa contagem regressiva com o
imenso poder psicológico de restauração
da esperança do homem em ser digno
de confiança do seu semelhante.
E o segundo dia chega e logo vem os
trezentos e sessenta e três restantes,
e o homem, já desesperançoso da credibilidade
humana, realimenta o seu tanque resignador
com a esperança na expectativa da próxima grande virada
e recomeça tudo.
Recomeçar, realmente é viver.
Viva o poder psicológico, social e resignador
da grande virada.
do trigésimo primeiro ao primeiro dia
numa contagem regressiva com o
imenso poder psicológico de restauração
da esperança do homem em ser digno
de confiança do seu semelhante.
E o segundo dia chega e logo vem os
trezentos e sessenta e três restantes,
e o homem, já desesperançoso da credibilidade
humana, realimenta o seu tanque resignador
com a esperança na expectativa da próxima grande virada
e recomeça tudo.
Recomeçar, realmente é viver.
Viva o poder psicológico, social e resignador
da grande virada.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Naturezas
Um dia de sol
representa a felicidade
uma manhã chuvosa
representa para muitos, um dia triste.
Mas a felicidade não depende da natureza
em suas estações variadas e sim da
natureza psicológica humana
Um dia de sol é um dia de sol
uma manhã chuvosa é uma manhã chuvosa
a natureza e o humano é que se cruzam
em momentos imprevisíveis.
Moisés Carneiro
representa a felicidade
uma manhã chuvosa
representa para muitos, um dia triste.
Mas a felicidade não depende da natureza
em suas estações variadas e sim da
natureza psicológica humana
Um dia de sol é um dia de sol
uma manhã chuvosa é uma manhã chuvosa
a natureza e o humano é que se cruzam
em momentos imprevisíveis.
Moisés Carneiro
sábado, 19 de dezembro de 2009
Legião humana
Agora eu sou o herói.
Agora não sou mais.
Agora sou vilão, sou também o capataz.
Agora sou o playboy e também raposa velha,
agora sou o que sou, agora não sou mais.
Agora eu escrevo e registro o que penso.
Agora eu penso mas não tenho a caneta que registra.
Registra-se o tempo, a tristeza e o acalento,
registra-se o filho e o nascimento.
Musicado, as vezes ficam, a alegria, a tormenta e o sofrimento
nos poemas que invadem, sem a licença devida,
nossas almas de momentos.
Moisés Carneiro
Agora não sou mais.
Agora sou vilão, sou também o capataz.
Agora sou o playboy e também raposa velha,
agora sou o que sou, agora não sou mais.
Agora eu escrevo e registro o que penso.
Agora eu penso mas não tenho a caneta que registra.
Registra-se o tempo, a tristeza e o acalento,
registra-se o filho e o nascimento.
Musicado, as vezes ficam, a alegria, a tormenta e o sofrimento
nos poemas que invadem, sem a licença devida,
nossas almas de momentos.
Moisés Carneiro
Ser o que Ser
Queria Ser o que o Ser queria Ser,
mas sou o que o Ser é:
limitado, complexo e sonhador.
Moisés Carneiro
mas sou o que o Ser é:
limitado, complexo e sonhador.
Moisés Carneiro
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Sonhos em pesadelos.
Encontrei-me num lugar
onde os brasileiros negros eram NEGROS
os BRANCOS eram Brancos,
os índios ainda eram ÍNDIOS
e o nosso futebol era uma LITERATURA
com traves de cordel e seus jogadores
usavam óculos e liam cordéis no banco de reservas.
A África saudável, Os Estados unidos
chamavam-se Arco Íris Unidos,
o Hitler era um Judeu fervoroso com sua Alemanha pacifista,
Hiroxima era realmente uma ROSA,
a Grécia e a Roma Antiga tão novas
quanto a tecnologia da informação,
as rainhas francesas e inglesas eram plebéias
com ideais anti-monárquicos,
os extremistas religiosos eram amantes da vontade divina, só divina,
e o mundo, este não precisava
fundir mundos para criar
um imaginável terceiro mundo suportável.
Por:Moisés Carneiro
onde os brasileiros negros eram NEGROS
os BRANCOS eram Brancos,
os índios ainda eram ÍNDIOS
e o nosso futebol era uma LITERATURA
com traves de cordel e seus jogadores
usavam óculos e liam cordéis no banco de reservas.
A África saudável, Os Estados unidos
chamavam-se Arco Íris Unidos,
o Hitler era um Judeu fervoroso com sua Alemanha pacifista,
Hiroxima era realmente uma ROSA,
a Grécia e a Roma Antiga tão novas
quanto a tecnologia da informação,
as rainhas francesas e inglesas eram plebéias
com ideais anti-monárquicos,
os extremistas religiosos eram amantes da vontade divina, só divina,
e o mundo, este não precisava
fundir mundos para criar
um imaginável terceiro mundo suportável.
Por:Moisés Carneiro
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
TEIMOSIA
Hoje não é um bom dia para escrever, não sei o motivo, mas algo me diz que eu não devo escrever agora, e eu não vou contrariar a minha intuição. Se não é um bom dia, eu não escrevo, e se eu não consigo escrever, com certeza este não é um bom dia, por isso não escrevo e ponto final.
IMAGEM VERSOS IMAGEM
Eu gritei, mas ninguém ouviu ou eu não ouvi o que eu gritei? Será que ninguém quis escutar o
que penso eu ter gritado ou com certeza sonorizado? Serás a "metamorfose" Kafkaniana? Não estou me ouvindo, será que os outros falam muito alto neste momento? Ei surdo! Você ai de costas! Mas surdo não ouve, que insensatez ensurdecedora, eu acho que acabei de ficar mudo ou mudo já era quando tentei gritar. Mas que ignorância a minha, o rotulado mudo, erroneamente, por sinal, também fala e é entendido através dos seus sinais Libráticos. Já sei! Agora falarei eu, cá com as minhas mãos. Que balé mímico elas fazem agora, mas ninguém observa os movimentos das calejadas mãos, será que acabaram por cegarem? Creio que não, eles desviaram-se daqueles obstáculos com muita desenvoltura, será que minhas mãos não estão apresentáveis? Colocarei luvas com o brilho das cores do arco-íris. Ah! Agora apresento um show manuseado em cores, várias e lindas cores, mas, será que ninguém se interessa pelo balé colorido que eu apresento com as minhas mãos artísticas? Por que será? Elas agora estão bem vestidas e se mostrando com galhardia, já sei! Vou trocar as mãos por palavras aos muros. Não! Não é pichação, é tentativa de comunicação, é arte. Escrevo nos muros agora. Olha lá! Eles encostam, sentam nos muros, mas não lêem, ei, você ai! Não mija nas letras não. Que cão danado... acabou de morder o tornozelo do regador de muro, eu acho que o cão fez a leitura, talvez do meu pensamento ou do mundo à sua volta. Será que o vira-lata leu e entendeu a mensagem? Afirme quem puder, são tantos os mistérios entre o céu e a terra, e o purgatório também! Não devemos esquecê-lo, pois dizem que é lá que se expurga o peso da alma pecaminosa. Que faço agora? Tento cartazes ou imagens? O cartaz robusto de rocha ninguém leu, ninguém notou, imagina o reciclável de cartolina. Vou usar a força da imagem poética;
Ouçam as vozes que, grafadas falam mais do que as fonológicas
as vozes pronunciadas no escuro momento reflexivo.
As vozes das Letras que alimentam
o imaginário e o inimaginável fantástico.
Não adiantou nada, ninguém presta atenção, pobre riquíssima imagem poética, passou despercebida. Que é aquilo? Que movimentos, que vida, que pobre riqueza de imagens, todos atentos e encantados com o diálogo apelativo. Não acredito! Eles pararam o que estavam fazendo para apreciar, olha aquele indivíduo! Acabou desistindo de beijar a namorada, o outro sentou-se na calçada diante da tal caixa, que espetáculo, agora parece que todos eles escutam e enxergam, eles notam a presença comunicativa, como não pensei nisto antes! Na IMAGEM, na imagem nem um pouco poética, mas imagem.
Moisés Carneiro - 15/12/2009
que penso eu ter gritado ou com certeza sonorizado? Serás a "metamorfose" Kafkaniana? Não estou me ouvindo, será que os outros falam muito alto neste momento? Ei surdo! Você ai de costas! Mas surdo não ouve, que insensatez ensurdecedora, eu acho que acabei de ficar mudo ou mudo já era quando tentei gritar. Mas que ignorância a minha, o rotulado mudo, erroneamente, por sinal, também fala e é entendido através dos seus sinais Libráticos. Já sei! Agora falarei eu, cá com as minhas mãos. Que balé mímico elas fazem agora, mas ninguém observa os movimentos das calejadas mãos, será que acabaram por cegarem? Creio que não, eles desviaram-se daqueles obstáculos com muita desenvoltura, será que minhas mãos não estão apresentáveis? Colocarei luvas com o brilho das cores do arco-íris. Ah! Agora apresento um show manuseado em cores, várias e lindas cores, mas, será que ninguém se interessa pelo balé colorido que eu apresento com as minhas mãos artísticas? Por que será? Elas agora estão bem vestidas e se mostrando com galhardia, já sei! Vou trocar as mãos por palavras aos muros. Não! Não é pichação, é tentativa de comunicação, é arte. Escrevo nos muros agora. Olha lá! Eles encostam, sentam nos muros, mas não lêem, ei, você ai! Não mija nas letras não. Que cão danado... acabou de morder o tornozelo do regador de muro, eu acho que o cão fez a leitura, talvez do meu pensamento ou do mundo à sua volta. Será que o vira-lata leu e entendeu a mensagem? Afirme quem puder, são tantos os mistérios entre o céu e a terra, e o purgatório também! Não devemos esquecê-lo, pois dizem que é lá que se expurga o peso da alma pecaminosa. Que faço agora? Tento cartazes ou imagens? O cartaz robusto de rocha ninguém leu, ninguém notou, imagina o reciclável de cartolina. Vou usar a força da imagem poética;
Ouçam as vozes que, grafadas falam mais do que as fonológicas
as vozes pronunciadas no escuro momento reflexivo.
As vozes das Letras que alimentam
o imaginário e o inimaginável fantástico.
Não adiantou nada, ninguém presta atenção, pobre riquíssima imagem poética, passou despercebida. Que é aquilo? Que movimentos, que vida, que pobre riqueza de imagens, todos atentos e encantados com o diálogo apelativo. Não acredito! Eles pararam o que estavam fazendo para apreciar, olha aquele indivíduo! Acabou desistindo de beijar a namorada, o outro sentou-se na calçada diante da tal caixa, que espetáculo, agora parece que todos eles escutam e enxergam, eles notam a presença comunicativa, como não pensei nisto antes! Na IMAGEM, na imagem nem um pouco poética, mas imagem.
Moisés Carneiro - 15/12/2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
VIDA PENSADA
A VIDA PASSA LENTAMENTE
SE O MEU RACIOCÍNIO FOR LENTO.
A VIDA DESESPERADAMENTE PASSA
SE O MEU PENSAMENTO FRACASSA.
A VIDA RESUME-SE A UM ESPAÇO
SE O MEU PENSAMENTO LIMITA-SE AO
QUE A SOCIEDADE ME OFERECE.
A VIDA SERÁ UM ETERNO ÓCIO
SE O MEU PENSAMENTO NÃO PRODUZIR.
A VIDA DEIXA DE SER UM APRENDIZADO
SE O MEU PENSAMENTO NÃO QUESTIONAR.
A VIDA SERÁ INSIGNIFICANTE
SE O MEU PENSAMENTO NÃO LHES DER UM SIGNIFICADO.
A VIDA SERÁ DURA
SE O MEU PENSAMENTO FOR FRAGILIZADO.
A VIDA DEIXA DE SER VIDA
SE EU DEIXAR DE PENSAR.
Moisés Carneiro
SE O MEU RACIOCÍNIO FOR LENTO.
A VIDA DESESPERADAMENTE PASSA
SE O MEU PENSAMENTO FRACASSA.
A VIDA RESUME-SE A UM ESPAÇO
SE O MEU PENSAMENTO LIMITA-SE AO
QUE A SOCIEDADE ME OFERECE.
A VIDA SERÁ UM ETERNO ÓCIO
SE O MEU PENSAMENTO NÃO PRODUZIR.
A VIDA DEIXA DE SER UM APRENDIZADO
SE O MEU PENSAMENTO NÃO QUESTIONAR.
A VIDA SERÁ INSIGNIFICANTE
SE O MEU PENSAMENTO NÃO LHES DER UM SIGNIFICADO.
A VIDA SERÁ DURA
SE O MEU PENSAMENTO FOR FRAGILIZADO.
A VIDA DEIXA DE SER VIDA
SE EU DEIXAR DE PENSAR.
Moisés Carneiro
sábado, 5 de dezembro de 2009
IMPORTANTE EU SOU
O homem é estúpido ao pensar ser tão importante
ao morrer deixa duas lembranças, a data de nascimento
e por algum tempo a data de óbito
ou uma terceira, quando deixa alguma obra para associarem
a ele. Esta sim tem importância e mais nada.
Fútil importância humana aos faróis humanos.
Moisés Carneiro
ao morrer deixa duas lembranças, a data de nascimento
e por algum tempo a data de óbito
ou uma terceira, quando deixa alguma obra para associarem
a ele. Esta sim tem importância e mais nada.
Fútil importância humana aos faróis humanos.
Moisés Carneiro
PENSANDO VER SEM PENSAR
Até quando lutaremos por guerras que não nos dizem respeito ou despeito? Guerras de interesses políticos, guerras pelo poder econômico concentrado nas mãos dos que não vão para a linha de frente das batalhas e só fomentam a guerra para que os menos esclarecidos matem o direito de quem nunca lhes fez nada, simplesmente por um suposto amor a um símbolo patriótico ou idiótico. O amor manipulado por Tolos lideres de torcidas organizadas, por ideais partidários escusos ou macabros lideres religiosos a serviço dos concentradores do poder econômico internacional que criam extremistas para matarem em nome da fé. Até quando seremos marionetes pensantes sem pensar, sem ver o que temos a enxergar? Quem apagou a luz?
Moisés Carneiro
Moisés Carneiro
O DEMASIADO QUERER
Dizem que a vida não tem sentido
que ela passa com a mesma rapidez
do murchar das rosas e desliza em seus braços temporais
todas as nossas angústias, tristezas e felicidades
sem ao menos embalar o nosso desejar intenso
por satisfação e pleno gozo.
Mas que sentido tem a vida
que não nos dá o acalento
de viver o tempo e a forma necessários
ao completo prazer?
Moisés Carneiro
que ela passa com a mesma rapidez
do murchar das rosas e desliza em seus braços temporais
todas as nossas angústias, tristezas e felicidades
sem ao menos embalar o nosso desejar intenso
por satisfação e pleno gozo.
Mas que sentido tem a vida
que não nos dá o acalento
de viver o tempo e a forma necessários
ao completo prazer?
Moisés Carneiro
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
SIMPLES É SER
Amem-se e curtam-se, sem preocupação, sem preconceitos, sem sentimentos de culpa,
sem o constante medo de ser infeliz, pois o que importa é o ser feliz, nem que seja por instantes, um instante feliz fala mais alto do que uma década de tristeza, por mais que a tristeza marque, a lembrança do momento de felicidade ajuda o ser a superar, mesmo que seja por alguns segundos, o seu dilema tristonho. Esta transição do amadurecimento, trazida pelo sofrimento que nos amadurece, mas nos entristece, é intrínseca ao ser humano, mas não deve superar o ser feliz.
Ser feliz é ser indiferente a infelicidade por mais que ela nos rodeie e nos perturbe. A infelicidade marca a alma e amadurece o espírito, a felicidade ampara o ser nesta constante metamorfose sentimental e psicológica. Faço felizes os momentos, que pensava eu, serem insignificantes, buscando no meu intimo as reuniões com amigos, o beijo roubado da namorada, da eterna namorada, não importa se forem casados, busco nas peladas futebolísticas e mulherísticas, nos gritos sentado à gangorra no fundo do quintal, no eureca ao construir mais um carrinho de rolimã , um fliperama de caixote ou um fura pé, na leitura do bom livro que alimenta o imaginário e faz refletir, nas farras noturnas de embriaguês e bate papos no mundo redondo da mesa de bar, nos conselhos do PAI e no Deus te acompanhe da MÃE, eternos guardiões e suportes da felicidade dos filhos, busco nas brigas com as irmãs ciumentas por atenções, na escalada das arvores nos quintais da vizinhança em busca do fruto proibido, porém, emprestado pela sábia mãe natureza, que se responsabilizava por suprir os frutos roubados com tanto prazer pelo delinquente compreendido por tal prazeroso delito, na corrida noturna com o cachorro, sendo donos da rua deserta, porém vigiada pela fascinante lua e pelas luas dos olhos das janelas indiscretas, na pura alegria da companhia de meu cachorro Jhow e melhor amigo do homem, que graças a sabedoria divina não sabia o sujo valor do dinheiro, mas sabia como nenhum ser, reconhecer muito bem o valor de um afago ou de um simples gesto de carinho ao dizer não com o rabo quando na verdade se dizia sim, nas coisas mais simples, ricas e bobas da vida, que passariam despercebidas aos olhos de quem não vê nestes momentos simplórios, o alicerce de todas as estações psicológicas que permeiam as múltiplas fases da vida de todos os seres.
Por: Moisés Carneiro
sem o constante medo de ser infeliz, pois o que importa é o ser feliz, nem que seja por instantes, um instante feliz fala mais alto do que uma década de tristeza, por mais que a tristeza marque, a lembrança do momento de felicidade ajuda o ser a superar, mesmo que seja por alguns segundos, o seu dilema tristonho. Esta transição do amadurecimento, trazida pelo sofrimento que nos amadurece, mas nos entristece, é intrínseca ao ser humano, mas não deve superar o ser feliz.
Ser feliz é ser indiferente a infelicidade por mais que ela nos rodeie e nos perturbe. A infelicidade marca a alma e amadurece o espírito, a felicidade ampara o ser nesta constante metamorfose sentimental e psicológica. Faço felizes os momentos, que pensava eu, serem insignificantes, buscando no meu intimo as reuniões com amigos, o beijo roubado da namorada, da eterna namorada, não importa se forem casados, busco nas peladas futebolísticas e mulherísticas, nos gritos sentado à gangorra no fundo do quintal, no eureca ao construir mais um carrinho de rolimã , um fliperama de caixote ou um fura pé, na leitura do bom livro que alimenta o imaginário e faz refletir, nas farras noturnas de embriaguês e bate papos no mundo redondo da mesa de bar, nos conselhos do PAI e no Deus te acompanhe da MÃE, eternos guardiões e suportes da felicidade dos filhos, busco nas brigas com as irmãs ciumentas por atenções, na escalada das arvores nos quintais da vizinhança em busca do fruto proibido, porém, emprestado pela sábia mãe natureza, que se responsabilizava por suprir os frutos roubados com tanto prazer pelo delinquente compreendido por tal prazeroso delito, na corrida noturna com o cachorro, sendo donos da rua deserta, porém vigiada pela fascinante lua e pelas luas dos olhos das janelas indiscretas, na pura alegria da companhia de meu cachorro Jhow e melhor amigo do homem, que graças a sabedoria divina não sabia o sujo valor do dinheiro, mas sabia como nenhum ser, reconhecer muito bem o valor de um afago ou de um simples gesto de carinho ao dizer não com o rabo quando na verdade se dizia sim, nas coisas mais simples, ricas e bobas da vida, que passariam despercebidas aos olhos de quem não vê nestes momentos simplórios, o alicerce de todas as estações psicológicas que permeiam as múltiplas fases da vida de todos os seres.
Por: Moisés Carneiro
sábado, 14 de novembro de 2009
COMUNHÃO COMO SIM, COMO SIM, COMO NÃO
Como crer?
Como ater?
Como vai você?
Como foi o dia?
Como isso aconteceu?
Como você venceu?
Como você perdeu?
Como é que é?
Como posso responder?
Como posso perguntar?
Como afirmar o firmamento?
Como firmar a afirmação?
Como descomplicar o complicado?
Como tudo está perdido?
Como achar o esquecido?
Como pensar no resultado?
Como resulta o pensamento?
Como pensar estafa?
Como estafado é o pensador?
Como perguntar é bom?
Como responder cansa?
Como a vida duvida?
Como a certeza acerta?
Como nascer pra morrer?
Se morrer é nascer.
Moisés Carneiro
Como ater?
Como vai você?
Como foi o dia?
Como isso aconteceu?
Como você venceu?
Como você perdeu?
Como é que é?
Como posso responder?
Como posso perguntar?
Como afirmar o firmamento?
Como firmar a afirmação?
Como descomplicar o complicado?
Como tudo está perdido?
Como achar o esquecido?
Como pensar no resultado?
Como resulta o pensamento?
Como pensar estafa?
Como estafado é o pensador?
Como perguntar é bom?
Como responder cansa?
Como a vida duvida?
Como a certeza acerta?
Como nascer pra morrer?
Se morrer é nascer.
Moisés Carneiro
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
GRÃOS DE VIDA
SENTADO À BEIRA MAR
APRECIO AS ROSAS NATURAIS
O BALÉ DAS ONDAS
O VENTO NO ROSTO
AS BELAS BUNDAS
DESFILANDO NO PALCO
DA VIDA NAS AREIAS PRAIANAS
SOB A OBSERVAÇÃO DO ASTRO REI.
CRIANÇAS FUTURO NACIONAL
CORREM, BRINCAM, CHORAM
NUMA SINFONIA SEM IGUAL
SOB A PROTEÇÃO MATERNA E PATERNA.
VENDEDORES APRESENTAM A SUA ARTE
A ARTE DA SOBREVIVÊNCIA NAS
QUILOMÉTRICAS PASSADAS NA AREIA
BATE-BOLAS, BATE-PAPOS... E A VIDA FLUI...
COMPLEXA E NATURAL COMO ELA TENDE A SER,
SOBRE OS INFINITOS GRÃOS DE AREIA
DAS VARIADAS PRAIAS.
Moisés Carneiro
APRECIO AS ROSAS NATURAIS
O BALÉ DAS ONDAS
O VENTO NO ROSTO
AS BELAS BUNDAS
DESFILANDO NO PALCO
DA VIDA NAS AREIAS PRAIANAS
SOB A OBSERVAÇÃO DO ASTRO REI.
CRIANÇAS FUTURO NACIONAL
CORREM, BRINCAM, CHORAM
NUMA SINFONIA SEM IGUAL
SOB A PROTEÇÃO MATERNA E PATERNA.
VENDEDORES APRESENTAM A SUA ARTE
A ARTE DA SOBREVIVÊNCIA NAS
QUILOMÉTRICAS PASSADAS NA AREIA
BATE-BOLAS, BATE-PAPOS... E A VIDA FLUI...
COMPLEXA E NATURAL COMO ELA TENDE A SER,
SOBRE OS INFINITOS GRÃOS DE AREIA
DAS VARIADAS PRAIAS.
Moisés Carneiro
sábado, 7 de novembro de 2009
ORDEM DO PROGRESSO
MAIS UM VERÃO!
E O SOL CONTINUA
O MESMO ASTRO ILUMINADO
A LUA, A MESMA VIGIA NOTURNA
E OS MARES COM AS MESMAS ONDULAÇÕES
REFLETINDO A LUA, AS ESTRELAS
E O AZUL, QUE DIZEM SER CELESTE.
ALÉM DE LEVAR O HOMEM
NA SUA CORCUNDA DE NOTRE DAME
PARA AS SUAS CONQUISTAS E NAUFRÁGIOS.
HOMEM PROGRESSO, TECNOLOGIA E SUCESSO,
MAS, CONSTANTEMENTE SOFRENDO O REGRESSO
AO DEMASIADO DESUMANO
E COMPLEXO...
BÁRBARO HOMEM.
Moisés Carneiro.
E O SOL CONTINUA
O MESMO ASTRO ILUMINADO
A LUA, A MESMA VIGIA NOTURNA
E OS MARES COM AS MESMAS ONDULAÇÕES
REFLETINDO A LUA, AS ESTRELAS
E O AZUL, QUE DIZEM SER CELESTE.
ALÉM DE LEVAR O HOMEM
NA SUA CORCUNDA DE NOTRE DAME
PARA AS SUAS CONQUISTAS E NAUFRÁGIOS.
HOMEM PROGRESSO, TECNOLOGIA E SUCESSO,
MAS, CONSTANTEMENTE SOFRENDO O REGRESSO
AO DEMASIADO DESUMANO
E COMPLEXO...
BÁRBARO HOMEM.
Moisés Carneiro.
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