LEIA, MAS, AVISO QUE, NÃO É IMPORTANTE O QUE ESTÁ DIGITADO A SEGUIR:
A saúde é tratada como um assunto particular,
mas, na verdade deveria ser uma preocupação coletiva.
A consequência desse pensamento individualista é refletido
através do desprezo dado ao verdadeiro valor das pessoas
para a dedicação quase exclusiva de se ganhar dinheiro, culminando numa sociedade doentia e indiferente à procura da cura para tal doença capital.
Estou na correria, preciso fazer dindin, porra tô atrasado e vou pro serviço extra, não vejo meus filhos há dias, pô amor hoje não vai dar, tenho que fechar aquele negócio. Alô! O quê? Uma cervejinha, um refri com a antiga turma do ginásio, da facul ou da velha infância? poxa infelizmente não vai dar.Tu... tu... tu... qualé rapá! Eu lá tenho tempo pra nostalgia! Vão procurar o que fazer... já vendeu quanto hoje José?
Enquanto que um abraço, um sorriso, são coisas tão fáceis-difíceis de se ver e palavras tão raras de se ouvir. Apenas digitamos virtualmente num bate papo retraído, ou seria descontraido? sei lá! Depois eu digito a dúvida, ops! Digo, tiro a dúvida. Ah! Em tempo, digito um abraço cheio de muita PAZ e SAÚDE pra quem conseguiu ler estes dígitos até aqui. mesmo sabendo que não eram dígitos numerais EUR$, US$, R$, 000,000,000,00.
Por: Moisés Carneiro
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
PUTARITANEAR
Sou puritano com temor,
Sem tremor e ao dispor.
E quem teimou? O altar inquisicionou.
Putarino também sou!
Da quebrada maloka, nunca na toka
com sua tv que não foka, apenas toca pra trás com a CANÇÃO do queira mais
quem a sua frente se prostra.
Sufoco sim, morais olhos que mentem,
através das minhas letras e mente.
E na insanidade com razão,
meto os meus pés pelas suas mãos.
Serás um 69 de emoção?
Quem nunca fez confusão?
Quantas pedras Madalena, seguem
em minha direção.
Desvio com ou sem arranhos,
saudoso, feliz ou tristonho,
mas, com a noite entreaberta
e as nossas PÉROLAS incertas,
paro, reflito. É o alerta!
Fecho meus olhos caverna,
surto e revivo meus sonhos.
Não sou MÚMIA, nem bizonho!
Desmumiado ou diabolizado
sou aquilo que suponho,
ou serei eu o que disponho?
MARGINÁVEL ou IMAGINÁVEL?
Tentar ser humano é medonho!
Pois é...
Sou o que sou no propício momento
que sou,
k a fé, própria e vizinha, costumam lâminas afiarem.
Não importuno, não super nem subestimo
os dogmas da dor, do
divino clero, nem
tampouco os do amor,
mas, seguindo e "Putaritaneando" eu vou,
porém, nunca só.
Apenas o ladrão Sol
é quem clareia e rouba
a Noite dos sonhos.
Por: Moisés Carneiro-11/04/2011
Sem tremor e ao dispor.
E quem teimou? O altar inquisicionou.
Putarino também sou!
Da quebrada maloka, nunca na toka
com sua tv que não foka, apenas toca pra trás com a CANÇÃO do queira mais
quem a sua frente se prostra.
Sufoco sim, morais olhos que mentem,
através das minhas letras e mente.
E na insanidade com razão,
meto os meus pés pelas suas mãos.
Serás um 69 de emoção?
Quem nunca fez confusão?
Quantas pedras Madalena, seguem
em minha direção.
Desvio com ou sem arranhos,
saudoso, feliz ou tristonho,
mas, com a noite entreaberta
e as nossas PÉROLAS incertas,
paro, reflito. É o alerta!
Fecho meus olhos caverna,
surto e revivo meus sonhos.
Não sou MÚMIA, nem bizonho!
Desmumiado ou diabolizado
sou aquilo que suponho,
ou serei eu o que disponho?
MARGINÁVEL ou IMAGINÁVEL?
Tentar ser humano é medonho!
Pois é...
Sou o que sou no propício momento
que sou,
k a fé, própria e vizinha, costumam lâminas afiarem.
Não importuno, não super nem subestimo
os dogmas da dor, do
divino clero, nem
tampouco os do amor,
mas, seguindo e "Putaritaneando" eu vou,
porém, nunca só.
Apenas o ladrão Sol
é quem clareia e rouba
a Noite dos sonhos.
Por: Moisés Carneiro-11/04/2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
POR UM FIO
A loucura é um fio de lembrança da sanidade
tentando fugir da realidade.
E a esperança? Última a morrer e dura engrenagem
das angústias dos homens sem fé. Ou com fé?
Sabe-se lá. Na lança da fé eu vou e a justiça teima em falhar.
Contrariar é questionar, então eu teimo também. Sou justo.
Loucos! Quem são?
Eu não sou, tu dirás a mesma coisa.
E faceiro, o falso verdadeiro louco segue na fuga corajosa
da lucidez ilusória.
Por: Moisés Carneiro - 19/03/2011
tentando fugir da realidade.
E a esperança? Última a morrer e dura engrenagem
das angústias dos homens sem fé. Ou com fé?
Sabe-se lá. Na lança da fé eu vou e a justiça teima em falhar.
Contrariar é questionar, então eu teimo também. Sou justo.
Loucos! Quem são?
Eu não sou, tu dirás a mesma coisa.
E faceiro, o falso verdadeiro louco segue na fuga corajosa
da lucidez ilusória.
Por: Moisés Carneiro - 19/03/2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
HEROÍNAS CANSADAS
Os heróis morreram de cansaço!
Enxurradas de overdoses, batalhas aos cacos.
A paz? Grito aluscinante por guerras.
Os soldados pensantes? Rá! Rá! Ra! Gargalham às quimeras
da união paz e Terror e os lucros do pavor.
Retirante humanista é o amor!
Mães? Por enquanto perdas não choram.
Por enquanto, por enquanto...desligada é a minha TV.
Cenários macabros toleram-nas,
respeito por elas? Quem dera!
Banais guerras viscerais queimam peitos,
apertam mentes e torturam,
fingidoras lentes distorcidas, que não veem
e nem sentem, o amálgama no vitral à sua frente.
mães que foram MÃES no parto sentiram dores.
Ouçam! Gritos silenciados e ensurdecedores
ecoam nos guetos, quartos e berços
de uma geração não mais coca-cola.
Deus meu! Cracks camisas dez engraçados roubaram as bolas.
Dura vida deixa de ser escola e a
Rosa matriarcal se despetala
Daqui, dali, lá de Madrid!
Não só a de Angola.
Por: Moisés Carneiro - 10/03/2011
Enxurradas de overdoses, batalhas aos cacos.
A paz? Grito aluscinante por guerras.
Os soldados pensantes? Rá! Rá! Ra! Gargalham às quimeras
da união paz e Terror e os lucros do pavor.
Retirante humanista é o amor!
Mães? Por enquanto perdas não choram.
Por enquanto, por enquanto...desligada é a minha TV.
Cenários macabros toleram-nas,
respeito por elas? Quem dera!
Banais guerras viscerais queimam peitos,
apertam mentes e torturam,
fingidoras lentes distorcidas, que não veem
e nem sentem, o amálgama no vitral à sua frente.
mães que foram MÃES no parto sentiram dores.
Ouçam! Gritos silenciados e ensurdecedores
ecoam nos guetos, quartos e berços
de uma geração não mais coca-cola.
Deus meu! Cracks camisas dez engraçados roubaram as bolas.
Dura vida deixa de ser escola e a
Rosa matriarcal se despetala
Daqui, dali, lá de Madrid!
Não só a de Angola.
Por: Moisés Carneiro - 10/03/2011
terça-feira, 1 de março de 2011
INDIRETOS
Quero dizer meu discurso indireto
sutilmente côncavo àqueles que
devo alfinetar de perto sem dar-lhes
o direito ao concreto. Só dúvidas, suposições
e desconexos. Meu ego se satisfaz! Revisão e tormenta
na reflexão alheia. covardia de expressar
diretamente o meu pensar.
Escuro discurso é o não confirmar
a franqueza do direto falar.
Triste ego é o meu penar.
Por: Moisés Carneiro - 01/03/2011
sutilmente côncavo àqueles que
devo alfinetar de perto sem dar-lhes
o direito ao concreto. Só dúvidas, suposições
e desconexos. Meu ego se satisfaz! Revisão e tormenta
na reflexão alheia. covardia de expressar
diretamente o meu pensar.
Escuro discurso é o não confirmar
a franqueza do direto falar.
Triste ego é o meu penar.
Por: Moisés Carneiro - 01/03/2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
O POETA DA ROÇA
Sou fio das mata, cantô da mão grossa,
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de páia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia se cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastêro, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando a feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Eu canto o cabôco com sua caçada,
Nas noite assombrada que tudo apavora,
Por dentro da mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipora.
Eu canto o vaquêro vestido de côro,
Brigando com o tôro no mato fechado
Que pega na ponta do brabo novio,
Ganhando lugio do dono do gado.
Eu canto o mendigo de sujo farrapo,
Coberto de trapo e mochila na mão,
Que chora pedindo o socorro dos home,
E tomba de fome, sem casa e sem pão.
E assim, sem cobiça dos cofre luzente,
Eu vivo contente e feliz com a sorte,
Morando no campo, sem vê a cidade,
Cantando as verdade das coisa do Norte.
(ASSARÉ, Patativa do. Cante lá que eu canto cá. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1980)
Trabáio na roça, de inverno e de estio.
A minha chupana é tapada de barro,
Só fumo cigarro de páia de mío.
Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestré, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola,
Cantando, pachola, à percura de amô.
Não tenho sabença, pois nunca estudei,
Apenas eu sei o meu nome assiná.
Meu pai, coitadinho! vivia se cobre,
E o fio do pobre não pode estudá.
Meu verso rastêro, singelo e sem graça,
Não entra na praça, no rico salão,
Meu verso só entra no campo e na roça
Nas pobre paioça, da serra ao sertão.
Só canto o buliço da vida apertada,
Da lida pesada, das roça e dos eito.
E às vez, recordando a feliz mocidade,
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Eu canto o cabôco com sua caçada,
Nas noite assombrada que tudo apavora,
Por dentro da mata, com tanta corage
Topando as visage chamada caipora.
Eu canto o vaquêro vestido de côro,
Brigando com o tôro no mato fechado
Que pega na ponta do brabo novio,
Ganhando lugio do dono do gado.
Eu canto o mendigo de sujo farrapo,
Coberto de trapo e mochila na mão,
Que chora pedindo o socorro dos home,
E tomba de fome, sem casa e sem pão.
E assim, sem cobiça dos cofre luzente,
Eu vivo contente e feliz com a sorte,
Morando no campo, sem vê a cidade,
Cantando as verdade das coisa do Norte.
(ASSARÉ, Patativa do. Cante lá que eu canto cá. 3 ed. Petrópolis: Vozes, 1980)
CONFORTO
O reencontro dos abraços
separados pelo espaço ou pelos
tristes fatos, nos
transportam para um lugar
inexplicavelmente confortável.
O saborear de um beijo, um cheiro ou
um abraço apertado podem nos dar a idéia
de termos adentrado num portal
para um instante de felicidade arrebatadora.
Abraço-me, me abrace, nos abracem com poesia, faça-se abraçador
e abraçado, e o resto? Deixem a críterio das sensações
naturais sem serem frívolos.
Por: Moisés Carneiro - 23/02/2011
separados pelo espaço ou pelos
tristes fatos, nos
transportam para um lugar
inexplicavelmente confortável.
O saborear de um beijo, um cheiro ou
um abraço apertado podem nos dar a idéia
de termos adentrado num portal
para um instante de felicidade arrebatadora.
Abraço-me, me abrace, nos abracem com poesia, faça-se abraçador
e abraçado, e o resto? Deixem a críterio das sensações
naturais sem serem frívolos.
Por: Moisés Carneiro - 23/02/2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
ESPERA MILENAR
Sinto o riso de um olhar em sonetos
e uma tristeza nas calçadas, esquinas e becos
sem a PAZ nos corações e nas almas dos homens de fé
com suas angustiantes esperanças desesperadas.
Por: Moisés Carneiro - 16/02/2011
e uma tristeza nas calçadas, esquinas e becos
sem a PAZ nos corações e nas almas dos homens de fé
com suas angustiantes esperanças desesperadas.
Por: Moisés Carneiro - 16/02/2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
LARA PIETRA
Pietra força fortaleza
Pedro teme sua beleza
de ofuscante realeza
e intensidade a brilhar
ao seu desabrochar no mundo real,
na sua chegada ao lugar chamado
LAR DOCE LAR
juntamente com a sua inocência
infantil que tem por objetivo proporcionar ao mundo
mais uma dose de esperança
rumo a vitória das batalhas
para firmar o renascer de uma sociedade melhor,
lembrando o menino Jesus, que trouxe consigo,
o facho de luz que ilumina
até hoje os caminhos da dificil renovação,
do bom sentimento humano de amor, bondade e paz.
E você, Lara Pietra como símbolo de uma nova geração,
traz a certeza da continuação desta tocha
de luz, erguida antes por Jesus Cristo, e que hoje, 09/02/2011 nesta incessante corrida de revezamento milenar do ciclo da vida, passa para as suas tão puras mãos.
Bem-vinda ao clube da vida e seja um ser espetacular e mantenedor da chama
aquecedora e confortadora das almas esperançosas.
Desejo a vc e aos seus Pais-técnicos-educadores a mais pura relação recíproca de amor, carinho e dedicação, já vista antes, e que ela se estenda para todos do seu ciclo de convivência.
Por: Moisés Carneiro
Pedro teme sua beleza
de ofuscante realeza
e intensidade a brilhar
ao seu desabrochar no mundo real,
na sua chegada ao lugar chamado
LAR DOCE LAR
juntamente com a sua inocência
infantil que tem por objetivo proporcionar ao mundo
mais uma dose de esperança
rumo a vitória das batalhas
para firmar o renascer de uma sociedade melhor,
lembrando o menino Jesus, que trouxe consigo,
o facho de luz que ilumina
até hoje os caminhos da dificil renovação,
do bom sentimento humano de amor, bondade e paz.
E você, Lara Pietra como símbolo de uma nova geração,
traz a certeza da continuação desta tocha
de luz, erguida antes por Jesus Cristo, e que hoje, 09/02/2011 nesta incessante corrida de revezamento milenar do ciclo da vida, passa para as suas tão puras mãos.
Bem-vinda ao clube da vida e seja um ser espetacular e mantenedor da chama
aquecedora e confortadora das almas esperançosas.
Desejo a vc e aos seus Pais-técnicos-educadores a mais pura relação recíproca de amor, carinho e dedicação, já vista antes, e que ela se estenda para todos do seu ciclo de convivência.
Por: Moisés Carneiro
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
NOMENCRIATURAS

Pensando bem, nem penso muito,
mas, às vezes me pergunto, por que
nomeia-se tudo? Batismo oblíquo!
Pedras nos calos. Calhas de pedras!
Caminhos marcados por trilhas, placas,
sinais e símbolos, travessas e travessias.
Ruas, casas nuas, mendigo na sua estreita
Silva calçada com sua João calça rasgada, assim batizados pelos
calçados recalcos, batinas e linhos de escritas grã-finas
em vãs pergaminhos. Rótulos, nomes sobre os nomes,
classes sobre a classe.
E o vinho segue manchando em vinho
a pura embriaguês do colarinho, quando servido ao
mestre letrado e retado sem carinho.
Batismo meu, batuta nossa,
Batista Filho, Batista Neto.
Bastardo ninho.
Por: Moisés carneiro - 10/01/2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei. Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é.
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo é do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só,
não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo, O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li. O que julguei que senti.
Releio e digo: "Fui eu?" Deus sabe, porque o escreveu.
POR: FERNANDO PESSOA
Cada momento mudei. Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é.
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo é do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só,
não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo, O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li. O que julguei que senti.
Releio e digo: "Fui eu?" Deus sabe, porque o escreveu.
POR: FERNANDO PESSOA
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
FUGA ENCLAUSURADA
O melhor amigo do homem endinheirado é o whisky!
Do pé rapado o pingado e do operário a cerveja.
Do descolado? Sempre o alternativo baseado!
Do dependente químico o ópio, o pó e seu ócio sociológico.
Na observância da matilha eu sigo e tateio na trilha d'onde
Vinícius citou o cachorro engarrafado, e PER ou TERseguido tal cão idolatrado, veio o moral fundido ao amoral, o Rintintin empoeirado das giletes, seus filetes em louças e a Lassie evaporada das mentes esfumaçadas.
Na quadrúpede passada, passa tempo, tempo escapa e a lente da ópera da psicanálise viniciana toca o doping ao som da fuga dos não esperados, restando apenas as ondas e brisas do incompreendido mar de surfistas desolados.
Por: Moisés Carneiro - 01/02/2011
Do pé rapado o pingado e do operário a cerveja.
Do descolado? Sempre o alternativo baseado!
Do dependente químico o ópio, o pó e seu ócio sociológico.
Na observância da matilha eu sigo e tateio na trilha d'onde
Vinícius citou o cachorro engarrafado, e PER ou TERseguido tal cão idolatrado, veio o moral fundido ao amoral, o Rintintin empoeirado das giletes, seus filetes em louças e a Lassie evaporada das mentes esfumaçadas.
Na quadrúpede passada, passa tempo, tempo escapa e a lente da ópera da psicanálise viniciana toca o doping ao som da fuga dos não esperados, restando apenas as ondas e brisas do incompreendido mar de surfistas desolados.
Por: Moisés Carneiro - 01/02/2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
VELEIRO ROSA
Algo surge de um desatino
com teor puro, raro e gracioso
invade-me a alma, sou ser ansioso,
feliz e faceiro, traquino menino.
Dançante e alegre sob os quatro encantos
seus olhos, sua boca, mãos e pujanças.
Ternuras expostas de eternas crianças,
brinquedos de Rosas e Cravos sem prantos.
Sou flores! No bosque não busco amores.
leio poemas e prosas sem mais dissabores.
Não busco! Já tenho a mais linda rosa.
Teus olhos eu miro e seus lábios desejo
mais belo é o teu corpo. No qual eu velejo
num mar de emoções de rota perigosa.
Por: Moisés Carneiro - 18/01/2011
com teor puro, raro e gracioso
invade-me a alma, sou ser ansioso,
feliz e faceiro, traquino menino.
Dançante e alegre sob os quatro encantos
seus olhos, sua boca, mãos e pujanças.
Ternuras expostas de eternas crianças,
brinquedos de Rosas e Cravos sem prantos.
Sou flores! No bosque não busco amores.
leio poemas e prosas sem mais dissabores.
Não busco! Já tenho a mais linda rosa.
Teus olhos eu miro e seus lábios desejo
mais belo é o teu corpo. No qual eu velejo
num mar de emoções de rota perigosa.
Por: Moisés Carneiro - 18/01/2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
INVADIDO
Escrevo visões que não vejo,
sinto no tato e almejo.
Registro pensamentos
para que outros sintam
a sensação do poder de adentrar
em outras mentes, que nem sempre
acertam e que ás vezes mentem.
Grafos registrados! Pensamentos congelados
em papéis timbrados, muros ou quadros.
Por: Moisés Carneiro - 09/01/2011
sinto no tato e almejo.
Registro pensamentos
para que outros sintam
a sensação do poder de adentrar
em outras mentes, que nem sempre
acertam e que ás vezes mentem.
Grafos registrados! Pensamentos congelados
em papéis timbrados, muros ou quadros.
Por: Moisés Carneiro - 09/01/2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
VOTOS DE PAZ
Feliz dias novos para todos!
A virada anual é apenas um símbolo
de esperança, renovação, resignação
espíritual e de conclamação da PAZ.
Vamos alimentar esse tanque de positividade
a cada momento da convivência humana.
Abracem, amem e presenteiem seus entes
queridos e amigos com naturalidade e a qualquer momento,
independentes dos apelos comerciais e das datas comemorativas.
A vida é uma festa com suas ressacas para ser brindada,
revitalizada e assistida a cada segundo.
Por: Moisés carneiro - 30/12/2010
A virada anual é apenas um símbolo
de esperança, renovação, resignação
espíritual e de conclamação da PAZ.
Vamos alimentar esse tanque de positividade
a cada momento da convivência humana.
Abracem, amem e presenteiem seus entes
queridos e amigos com naturalidade e a qualquer momento,
independentes dos apelos comerciais e das datas comemorativas.
A vida é uma festa com suas ressacas para ser brindada,
revitalizada e assistida a cada segundo.
Por: Moisés carneiro - 30/12/2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
INFERNO PARADISE
INFERNO PARADISE
Seria eu o escaravelho do diabo?
Ou apenas eu e mais mil eus
um escroto velho dos diabos?
Com ou sem mente na cerveja,
escrachados somos nós, vós, tu sem tutu, sem feijão, eles.
E elas também! Santas endiabradas.
Não estou só! Não estou mesmo!
Diabruras ou travessuras escrotas?
Tudo sobre lençois de gramas,
granas, rendas. Renda-se! E asfaltos.
Paraíso de inferno! Momentos de assaltos
e sobrepassos incontáveis. Conturbados inocentes,
sambistas de rodas incontestáveis e
atiradores de paus nos pobres gatos silenciados.
Por Moisés carneiro - 22/12/2010
Seria eu o escaravelho do diabo?
Ou apenas eu e mais mil eus
um escroto velho dos diabos?
Com ou sem mente na cerveja,
escrachados somos nós, vós, tu sem tutu, sem feijão, eles.
E elas também! Santas endiabradas.
Não estou só! Não estou mesmo!
Diabruras ou travessuras escrotas?
Tudo sobre lençois de gramas,
granas, rendas. Renda-se! E asfaltos.
Paraíso de inferno! Momentos de assaltos
e sobrepassos incontáveis. Conturbados inocentes,
sambistas de rodas incontestáveis e
atiradores de paus nos pobres gatos silenciados.
Por Moisés carneiro - 22/12/2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
AMARLEYANDO
A magia do encontro
rege a sinfonia
da encantada mensagem
Three Little Birds.
Surdos ouvintes dançam
ao som de puras melodias
de uma linda canção,
caminham sobre mares,
navegam em suas ondas,
flutuam sob céus,
cegos de tanto ver,
loucos de tão felizes.
Bobos da corte do amor!
Afônicos de repetir
I love tu! I love you!
Before me!
Por: Moisés Carneiro - 16/12/2010
rege a sinfonia
da encantada mensagem
Three Little Birds.
Surdos ouvintes dançam
ao som de puras melodias
de uma linda canção,
caminham sobre mares,
navegam em suas ondas,
flutuam sob céus,
cegos de tanto ver,
loucos de tão felizes.
Bobos da corte do amor!
Afônicos de repetir
I love tu! I love you!
Before me!
Por: Moisés Carneiro - 16/12/2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
DESPREZO DESEJADO
FÊMEA DA SENZALA
NEGRA, MULATA, ESCRAVA
FORÇADA AMANTE BRAVA
DOS BARÕES DE PANÇA E BENGALA
DA MÃO DE OBRA, ÉS PROCRIADORA
DAMA DE COMPANHIA, JAMAIS DE HONRA.
DISPOSIÇÃO CONSTANTE OU MASMORRA
SEM ALMA SEM CORAÇÃO, PORÉM SOFREDORA
POUCAS VEZES MULHER AMANTE
VÁRIAS VEZES ENOJADA E OFEGANTE.
NAS GARRAS BRANCAS EM PRAZERADAS DE AÇOITE.
DOS HOMENS DE ALMA E SEM ALMA
ARDENTE PELOS NEGROS QUE A ACALMAM
NA BUSCA DO ACALENTO DA NOITE.
Por Moisés carneiro
NEGRA, MULATA, ESCRAVA
FORÇADA AMANTE BRAVA
DOS BARÕES DE PANÇA E BENGALA
DA MÃO DE OBRA, ÉS PROCRIADORA
DAMA DE COMPANHIA, JAMAIS DE HONRA.
DISPOSIÇÃO CONSTANTE OU MASMORRA
SEM ALMA SEM CORAÇÃO, PORÉM SOFREDORA
POUCAS VEZES MULHER AMANTE
VÁRIAS VEZES ENOJADA E OFEGANTE.
NAS GARRAS BRANCAS EM PRAZERADAS DE AÇOITE.
DOS HOMENS DE ALMA E SEM ALMA
ARDENTE PELOS NEGROS QUE A ACALMAM
NA BUSCA DO ACALENTO DA NOITE.
Por Moisés carneiro
O CURTIÇO
Vida curta curta a vida
Regimentos e batutas.
Vigilantes valores ofuscam
curtos momentos.
Fragmentos de vida!
Tolos não vivem o que sentem nem sentem o que falam.
Loucos vivem! Intenso sentem, indiferentes aos que falam.
Felicíssima loucura do viver. De Médico eu só quero um pouco.
De louco pra navegar nessa curta vida,
uma overdose insana pra mim é pouco.
Soy louco por ti vida!
Soy loco por ti, América,
soy loco por ti amores.
Soy louco só por ti América e Amélias
por que ainda não conheço a Europa
nem tão pouco a Dolores.
Por: Moisés Carneiro - 11/12/2010
Regimentos e batutas.
Vigilantes valores ofuscam
curtos momentos.
Fragmentos de vida!
Tolos não vivem o que sentem nem sentem o que falam.
Loucos vivem! Intenso sentem, indiferentes aos que falam.
Felicíssima loucura do viver. De Médico eu só quero um pouco.
De louco pra navegar nessa curta vida,
uma overdose insana pra mim é pouco.
Soy louco por ti vida!
Soy loco por ti, América,
soy loco por ti amores.
Soy louco só por ti América e Amélias
por que ainda não conheço a Europa
nem tão pouco a Dolores.
Por: Moisés Carneiro - 11/12/2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
FILÉ NENHUM
Informações devem ser trocadas.
Curiosidades filé Mignomnicas a farofais.
Nenhum filé na carne seca.
Filé e farofa! Dois mundos duas prosas!
Experiências gastronômicas
das sociedades econômicas.
Estereotipos e símbolos
de uma pobre bagunça
e outra rica elegância
Uma Nobre sofrida alegria
outro rico e falso orgulho.
No frigir dos ovos bem servidos ou goros,
pobres praias do mesmo saco
em seus espiritos de falsos perjúrios.
Moisés Carneiro - 28/11/2010
Curiosidades filé Mignomnicas a farofais.
Nenhum filé na carne seca.
Filé e farofa! Dois mundos duas prosas!
Experiências gastronômicas
das sociedades econômicas.
Estereotipos e símbolos
de uma pobre bagunça
e outra rica elegância
Uma Nobre sofrida alegria
outro rico e falso orgulho.
No frigir dos ovos bem servidos ou goros,
pobres praias do mesmo saco
em seus espiritos de falsos perjúrios.
Moisés Carneiro - 28/11/2010
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